Violência doméstica: Cassiane lança nova versão do clipe ‘A Voz’ e diz que ‘houve falha’

30/09/2019

Em seu Instagram, Cassiane desabafou: “Se me conhecessem ou pelo menos respeitassem minha história (de 39 anos dando frutos), com amor falariam: ‘Cassiane, seria bom colocar a informação da denúncia no clipe’. É um assunto extremamente real. Mas não é isso que está acontecendo! Recebi vários ataques e julgamentos terríveis de pessoas que dizem ‘pregar o amor’ mas são tão insensíveis que não pararam um instante se quer para ver o histórico, para saber se foi proposital ou um erro, uma falha. Deus me conhece… E sabe que sou a favor da denúncia”.

Sem deixar de enfatizar que acredita na transformação do ser humano pela mensagem da Bíblia, a cantora reiterou que defende o uso dos meios legais para interromper um ciclo de violência: “Nunca falaria para qualquer pessoa para não denunciar e viver sob agressão! Inclusive, ousadamente incentivamos no clipe a vítima mesmo guiada pela fé, a romper essa história e mudar de postura. Os inimigos de Deus, não creem que Deus pode sim, fazer esse milagre, e transformar qualquer pessoa. Eu creio e vou crer até o fim!”.

O vídeo original superou a casa das 700 mil visualizações, e o novo já conta com mais de 180 mil acessos até o fechamento desta matéria, com 14 mil curtidas e 12 mil deslikes.

Cantora Isadora Pompeo é acusada de racismo e apropriação cultural

30/09/2019

A cantora gospel Isadora Pompeo se envolveu numa polêmica e terminou acusada de ser racista por aparecer nas redes sociais usando tranças e com uma maquiagem escura, o que remete à aparência de mulheres negras e não foi bem vista por muitos internautas.

A artista foi acusada de praticar “apropriação cultural”, uma tese que prega que certos adereços, roupas e penteados só devem ser usados por pessoas pertencentes à etnia.

Como consequência, Isadora Pompeo também foi acusada de racismo porque o escurecimento da pele com maquiagem foi entendido como “black face”, uma prática que foi usada nas artes no passado, para que atores brancos interpretassem personagens negros, o que impedia que profissionais dessa etnia tivessem oportunidades no mundo artístico.

“Querem ter a nossa estética, mas não sofrer o que a gente sofre”, afirmou uma internauta ao se deparar com a imagem. “Chocada com isso, af! Apropriação cultural e o pior de tudo é que ela ainda corre o risco de roubar lugar de um negro em alguma publicidade agindo dessa forma, enfim… lamentável”, escreveu outra.

Expulso da sua terra por se tornar cristão, homem volta para evangelizar no local

30/09/2019

Assim como em diversos países, o Vietnã tem uma forte perseguição religiosa aos cristãos. É sempre um desafio compartilhar o evangelho de Cristo, já que a repressão promovida em grande parte pelo regime político local e religioso tradicional enxerga o cristianismo como uma ameaça.

Muitos que se convertem, sofrem retaliação até dos próprios parantes, a exemplo de um homem chamado Alan, que cresceu numa aldeia com costumes e rituais típicos, onde muitos buscam orientação e ajuda de feiticeiros da região.

Só aos 20 anos de idade foi que Alan ouviu pela primeira vez a respeito de Jesus. Ele ficou bastante curioso e missionários que estavam trabalhando na implantação de uma igreja na cidade mostrou para ele o filme ‘Jesus’.

“As pessoas da igreja vieram até mim e compartilharam sobre Jesus, e eu orei para acreditar em Jesus”, lembra ele, segundo informações da Portas Abertas. “Eu queria seguir esse Jesus.”

Comovido com o que acabara de descobrir, Alan foi imediatamente contar a novidade para as pessoas da Aldeia, onde quis compartilhar o filme ‘Jesus’ com todos. Ele queria dividir a alegria que estava sentindo.

Mas os líderes da Aldeia, que eram comunistas, assim que souberam que alguém da região tinha se convertido, e queria exibir o filme ‘Jesus’, logo trataram de proibir. Eles disseram a todos que tinham se reunido para ver o filme que se virassem cristãos seriam presos.

Coração missionário

Inicialmente o vietnamita recém-convertido ao cristianismo cedeu às pressões e disse que não era mais cristão. Todavia, a verdade do Evangelho se manteve em seu coração, despertando nele o desejo de proclamar a Palavra.

“Finalmente eu disse: ‘Ok, eu não sou cristão’, mas no meu coração ainda acreditava em Deus”, disse ele.

Alan precisou se manter como um cristão secreto, passando anos orando a Deus para que tivesse providência acerca de como proceder diante de toda a perseguição em seu país.

Apenas depois de casado e já com filhos, Alan assumiu que era um cristão, o que despertou a ira de alguns líderes locais. “Eles planejavam me atacar. Eles já haviam preparado quatro ou cinco homens fortes para me espancar, mas agradeço a Deus que isso não tenha acontecido”.

Alan e a sua família foram expulsos da aldeia onde moravam, mas após anos de oração e capacitação, ele retornou ao local das suas origens, onde agora atua como um evangelista de Cristo.

“Eu oro por eles porque eles são novos crentes e têm medo de enfrentar perseguição”, disse ele, grato por ter conseguido recuperar um local para sustentar a sua família. “Louvo a Deus por ainda ter uma terra para trabalhar”, concluiu.

China usa a pandemia para intimidar cristãos e forçar adoração ao Partido Comunista

30/09/2019

Cristãos que vivem na China estão sofrendo dobrado durante a pandemia do novo coronavírus. Isso, porque, segundo denúncias da agência Bitter Winter, especializada no monitoramento da perseguição religiosa no país, eles estão sendo intimidados e forçados a adorar o Partido Comunista.

Por causa da pandemia, o governo da China oferece algumas ajudas emergenciais para a população mais carente, mas os cristãos estão enfrentando dificuldades para receber esse auxílio.

“As famílias religiosas mais pobres não podem receber dinheiro do Estado por nada — elas devem obedecer ao Partido Comunista pelo dinheiro que recebem”, informou uma fonte da Bitter Winter.

Igrejas que não reconhecidas pelo Movimento Patriótico das Três Autonomias, órgão estatal que é responsável pela “legalização” das entidades religiosas no país, não são reconhecidas como oficiais.

Com isso, pessoas que integram igrejas domésticas ou, “igrejas subterrâneas”, como também são chamadas as comunidades religiosas que operam em segredo na China, estão sujeitas a sofrer todo tipo de retaliação, sendo a pressão política e social uma delas.

Um cristão membro de uma igreja regulada pelo Movimento Patriótico das Três Autonomias informou, por exemplo, que em certa ocasião agentes do governo foram no templo da sua comunidade e retiraram todos os símbolos religiosos do local.

Os símbolos cristãos foram substituídos por um retrato de Mao Tsé-Tung, revolucionário comunista e ex-presidente da China. Esse processo de desconstrução da identidade cultural cristã pelos símbolos do Partido Comunista é visto como uma tentativa de forçar adoração aos líderes do regime.

“Estes são os maiores deuses. Se você quer adorar alguém, eles são os únicos”, disse um oficial ao falar de Mao Tsé-Tung e Xi Jinping, após a substituição dos símbolos religiosos durante uma ação em uma residência localizada na cidade de Heze, na província de Shandong.

Um pregador local também confirmou a tentativa forçada do regime chinês de eliminar os símbolos cristãos para impor uma adoração ao único partido existente no país, o Partido Comunista da China.

“Todas as famílias pobres da cidade foram instruídas a exibir imagens de Mao Tsé-Tung. O governo está tentando eliminar nossa crença e quer se tornar deus, em vez de Jesus”, disse ele, segundo o Guiame.

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